Brasil está na corrida pelo Hidrogênio Verde

O Brasil tem a oportunidade de tornar-se uma potência na produção de um insumo desejado pelo mundo inteiro e essencial na luta contra a mudança climática.


O hidrogênio verde recebe esse nome pois é produzido sem a emissão de CO2, a partir da quebra da molécula da água realizada com eletricidade de fontes limpas, um recurso abundante no país. A Enegix Energy, uma empresa australiana, anunciou o projeto de hidrogênio verde Base One em conjunto com o governo cearense, com investimento na ordem de US$ 5,4 bilhões.


Hoje em dia, é emitido cerca de 50 bilhões de toneladas de CO2 por ano na atmosfera, com um crescimento de 40% desde os anos 90. O Base One tem o potencial de reduzir as emissões anuais de CO2 em 10 milhões de toneladas por ano e se tornará o maior projeto de redução de emissões de carbono do mundo.


Considerando que um quilo de H2 dá autonomia de cem quilômetros a um carro, a produção da Base One seria capaz de abastecer seis milhões de veículos por ano, se cada um rodar dez mil quilômetros em média.


“Em 15 ou 20 anos, o Nordeste pode ter um papel crucial no mercado internacional do hidrogênio verde”, afirmou ao Diálogo Chino o secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Ceará, Maia Junior. “Este será um dos vetores da nova economia, e o Ceará criou condições de infraestrutura e tributárias para se colocar bem [nesse mercado], além de termos o vento e o sol ideais”.


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